sábado, 20 de agosto de 2011
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
FALA FELIPÃO
13/09/2010 08h15 - Atualizado em 13/09/2010 08h15
Felipão entende vontade da torcida, mas pede tempo para Valdivia
Treinador explica que o Mago ainda não tem condições de ser titular da equipe: 'Em 20 minutos, o gás dele baixa e fica difícil', analisa o comandante
Por Adilson Barros
São Paulo
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Valdivia começou bem contra o Vasco. Depois,
cansou (Foto: Ag. Estado)O técnico Luiz Felipe Scolari, do Palmeiras, entende a ansiedade do torcedor que quer ver o ídolo Valdivia em campo por mais tempo, brilhando, criando jogadas, fazendo gols. Muitos palmeirenses ainda têm na mente a imagem do jogador criativo que comandou o Verdão no título paulista de 2008. No entanto, o Mago, que voltou ao clube no início de agosto, está fisicamente debilitado. Para Felipão, embora a técnica do meia seja evidente, ele não tem condições de atuar mais do que meio tempo. É preciso paciência.
- Eu havia dito isso há 20 dias e torno a dizer agora: ele não tem condição de jogar 90 minutos. Talvez 45, mas com dificuldade. Valdivia é inteligente, raciocina rápido, mas depois de 20 minutos o gás vai diminuindo. Fica difícil - admite.
Contra o Vasco, no último domingo, os palmeirenses que foram ao Pacaembu começaram a pedir a entrada do Mago a partir dos 24 minutos de jogo. Ele entrou após o intervalo, começou bem, mas, como observou Felipão, caiu de produção. O comandante alviverde afirma que precisa avaliar melhor o momento certo para lançar o chileno. Caso contrário, acaba prejudicando a equipe. O técnico exige dos jogadores de frente uma recomposição rápida quando o time está sem a bola para iniciar a marcação e aliviar a defesa. Valdivia não consegue fazer isso por enquanto.
- Tenho de pensar bem a forma como vou lançá-lo. Não posso fazer com que os outros jogadores se sintam prejudicados. Vou examinar bem essa questão. Tenho de dar tempo ao Valdivia.
Felipão entende vontade da torcida, mas pede tempo para Valdivia
Treinador explica que o Mago ainda não tem condições de ser titular da equipe: 'Em 20 minutos, o gás dele baixa e fica difícil', analisa o comandante
Por Adilson Barros
São Paulo
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Valdivia começou bem contra o Vasco. Depois,
cansou (Foto: Ag. Estado)O técnico Luiz Felipe Scolari, do Palmeiras, entende a ansiedade do torcedor que quer ver o ídolo Valdivia em campo por mais tempo, brilhando, criando jogadas, fazendo gols. Muitos palmeirenses ainda têm na mente a imagem do jogador criativo que comandou o Verdão no título paulista de 2008. No entanto, o Mago, que voltou ao clube no início de agosto, está fisicamente debilitado. Para Felipão, embora a técnica do meia seja evidente, ele não tem condições de atuar mais do que meio tempo. É preciso paciência.
- Eu havia dito isso há 20 dias e torno a dizer agora: ele não tem condição de jogar 90 minutos. Talvez 45, mas com dificuldade. Valdivia é inteligente, raciocina rápido, mas depois de 20 minutos o gás vai diminuindo. Fica difícil - admite.
Contra o Vasco, no último domingo, os palmeirenses que foram ao Pacaembu começaram a pedir a entrada do Mago a partir dos 24 minutos de jogo. Ele entrou após o intervalo, começou bem, mas, como observou Felipão, caiu de produção. O comandante alviverde afirma que precisa avaliar melhor o momento certo para lançar o chileno. Caso contrário, acaba prejudicando a equipe. O técnico exige dos jogadores de frente uma recomposição rápida quando o time está sem a bola para iniciar a marcação e aliviar a defesa. Valdivia não consegue fazer isso por enquanto.
- Tenho de pensar bem a forma como vou lançá-lo. Não posso fazer com que os outros jogadores se sintam prejudicados. Vou examinar bem essa questão. Tenho de dar tempo ao Valdivia.
A COPA VAI SER AQUI
O meia Marquinhos, do Santos, deixou o estádio Castelão, em Fortaleza, no último domingo, para fazer exame de corpo de delito por orientação do Departamento Jurídico do clube praiano. O jogador acusa um policial militar de tê-lo agredido durante confusão ocorrida após o apito final do jogo contra o Ceará. O Peixe perdeu por 2 a 1. Foi detectado um hematoma nas costas que, segundo o meia, seria resultado de uma pancada com cassetete. Agora, a diretoria santista estuda a possibilidade de mover um processo contra o suposto agressor.
O advogado do Departamento de Futebol do Santos, João Vicente Gazolla, conversará com Marquinhos e com os dirigentes que estavam em Fortaleza para decidir o procedimento a ser tomado. Depois, irá avaliar se haverá mesmo o processo.
- Nós orientamos o Marquinhos a fazer o Boletim de Ocorrência e o consequente exame de corpo de delito. Vamos nos reunir para decidir qual será a ação a ser tomada. Há a possibilidade de movermos um processo. Mas, antes de tomar qualquer atitude, precisamos analisar a documentação (BO e exame), conversar com o jogador, com os dirigentes, ouvir os relatos - explicou Gazolla.
Marquinho mostra as costas após confusão. Ele alega ter sofrido golpe de um PM (Foto: Ag. Estado)O elenco santista chegou a São Paulo nesta segunda-feira, às 11h. Marquinhos não concedeu entrevistas. Após o jogo, porém, ainda no gramado, explicou sua versão.
- Estava tirando o Neymar e o policial me deu com o cassetete nas costas. O comandante, que estava próximo, viu que eu fui agredido. Assim como um repórter. Está aqui a marca nas minhas costas. E o policial saiu correndo - disse.
O estopim da briga
A confusão começou nos últimos segundos da partida. O atacante Neymar, do Santos, começou a se estranhar com o volante João Marcos, do Ceará. O santista chegou a dar um pisão no adversário. Seguiu-se uma áspera discussão entre os dois, com dedos em riste e muitos palavrões.
Marquinhos, então, liderou um grupo de santistas que tentavam tirar Neymar do campo para levá-lo ao vestiário. Nesse momento, um policial apareceu ao lado do meia e, aparentemente, o atingiu ou o empurrou pelas costas. Os jogadores do Peixe tentaram ir atrás do suposto agressor, mas o policiamento impediu.
O advogado do Departamento de Futebol do Santos, João Vicente Gazolla, conversará com Marquinhos e com os dirigentes que estavam em Fortaleza para decidir o procedimento a ser tomado. Depois, irá avaliar se haverá mesmo o processo.
- Nós orientamos o Marquinhos a fazer o Boletim de Ocorrência e o consequente exame de corpo de delito. Vamos nos reunir para decidir qual será a ação a ser tomada. Há a possibilidade de movermos um processo. Mas, antes de tomar qualquer atitude, precisamos analisar a documentação (BO e exame), conversar com o jogador, com os dirigentes, ouvir os relatos - explicou Gazolla.
Marquinho mostra as costas após confusão. Ele alega ter sofrido golpe de um PM (Foto: Ag. Estado)O elenco santista chegou a São Paulo nesta segunda-feira, às 11h. Marquinhos não concedeu entrevistas. Após o jogo, porém, ainda no gramado, explicou sua versão.
- Estava tirando o Neymar e o policial me deu com o cassetete nas costas. O comandante, que estava próximo, viu que eu fui agredido. Assim como um repórter. Está aqui a marca nas minhas costas. E o policial saiu correndo - disse.
O estopim da briga
A confusão começou nos últimos segundos da partida. O atacante Neymar, do Santos, começou a se estranhar com o volante João Marcos, do Ceará. O santista chegou a dar um pisão no adversário. Seguiu-se uma áspera discussão entre os dois, com dedos em riste e muitos palavrões.
Marquinhos, então, liderou um grupo de santistas que tentavam tirar Neymar do campo para levá-lo ao vestiário. Nesse momento, um policial apareceu ao lado do meia e, aparentemente, o atingiu ou o empurrou pelas costas. Os jogadores do Peixe tentaram ir atrás do suposto agressor, mas o policiamento impediu.
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