quarta-feira, 8 de setembro de 2010

no sacrificio

Lesionado contra a Eslovênia, Splitter enfrentou os argentinos no sacrifício


Seleção escondeu dores na coxa direita do pivô, que ficou abaixo do seu rendimento normal nas partidas contra Croácia e Argentina no Mundial

Por Danielle Rocha

Direto de Istambul, Turquia



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Splitter sobe para marcar Scola: dores na coxa

limitaram o rendimento do pivô (Foto: EFE)Com Luis Scola do outro lado da quadra, a torcida brasileira se surpreendeu com a cena de Tiago Splitter começando no banco o jogo contra a Argentina. Aliás, nem no banco: o pivô ficou sentado no chão, alongando a perna no início da partida desta terça-feira, que eliminou o Brasil no Mundial da Turquia. Um dia depois, a explicação: Tiago sentia dores na coxa direita desde a partida contra a Eslovênia e jogou os três últimos confrontos no sacrifício.



- Ele sentiu uma dor na coxa no jogo contra a Eslovênia, e estávamos tratando. Contra a Croácia, jogou com dor. Contra a Argentina também, mas conseguiu jogar bem – revelou o médico da seleção, Carlos Andreoli.



O médico garante que o fato de Splitter não ter iniciado o duelo como titular foi uma opção do treinador Rubén Magnano.



- Começar no banco foi mais uma opção técnica mesmo. Liberamos o jogador para a partida - afirmou Andreoli.



A lesão de Splitter não foi divulgada pela CBB após o jogo contra a Eslovênia. Na vitória diante dos croatas, o rendimento do pivô foi menor que o habitual. Contra a Argentina, ele também não jogou bem. O principal jogador de garrafão do Brasil não conseguiu conter Luis Scola, que fez 37 pontos.



Este foi só mais um problema físico dos pivôs da seleção brasileira na campanha na Turquia. Nenê foi cortado com lesões nos dois tendões de Aquiles. O próprio Splitter, que se apresentou uma semana depois do restante do grupo, sentiu dores na coxa direita no início da fase de amistosos e ficou mais de uma semana sem treinar. Anderson Varejão torceu o tornozelo e não jogou as três primeiras partidas do Mundial.

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